quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Nossas apresentações!!!
bx.jpg)
bx.jpg)
bx.jpg)
bx.jpg)
bx.jpg)
Encontro extracurricular
Ontem , a noite foi envolvente e prazerosa (eheh).
Como foi bacana ouvir todos falarem de seus trabalhos,para todos nós que acompanhamos o processo desde seu início .
E para comemorar esse ciclo que se fecha, o dia será 31/07, quinta-feira, às 20:00, no Beto Batata, onde cada um está convidado a levar 01 fotografia que fez parte de seu projeto.
Tbém se quiser levar amigos, amores, filhos, o pai, a mãe, sei lá, creio que pode.
Um beijo carinhoso à todos.
Simone Maurina.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
El lugar de cada uno
Nessa imagem aparecemos com o Juan Travnik, fotógrafo argentino e diretor da FotoGalería. A primeira vez que vi suas fotografias foi na na Fotorio em 2003 - suas imagens são impressionantes. Temos muito que agradecer por todo seu carinho e apoio.
Então, na próxima segunda estaremos nos encontrando para a avaliação do material de vocês. Quem fará a avaliação é o Felipe. Conversamos em Buenos Aires e ele está animado para conhecer os projetos. A Milla estará participando para ver o material de vocês a partir do que buscavam no início da edição. Como anteriormente, vocês apresentam o material, desde o conceito inicial até o momento atual. Por favor cheguem um pouco antes das 7 para que possamos começar cedo. Alguns alunos foram convidados para assistir a apresentação.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
intervenção urbana
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Retratos, por Cecília Meireles
Eu não tinha este rosto de hoje,
Cecília Meireles
terça-feira, 1 de julho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
Buenos Aires

Escrevo do frio da capital argentina onde chegamos - eu, Milla e Felipe - ontem. Passeamos por algumas livrarias e museus e já pudemos ver algumas imagens lindas por aqui. Buenos Aires é realmente charmosa. De qualquer forma, escrevo para convidá-los para nossa exposiçao (nao encontro o til nesse teclado) - espero por vocês na abertura.
Um beijo, Anuschka
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Comemoração!

Amigos! Hoje terminei as 100 sessões de foto!!!
Ainda vou continuar com mais alguns ensaios.
Acho que estou obsecado! HELP! AH AH AH AH
Aproveito para agradecer a Anushcka e todos os
colegas pela força, carinho e entusiasmo. Não se
faz nada sozinho na vida, vocês foram fundamentais
para que este projeto chegasse onde chegou.
Obrigado pela participação de todos, pela amizade
deliciosa que fica e por este período do curso que
trouxe tantas coisas boas para todos nós.
Guadalupe!!! Já escolhi o meu lugar.
O Armazém Santana! Vamos marcar de você
me fotografar. Um beijo imenso a todos!
terça-feira, 17 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Robert Smithson



Mais conhecido pelos trabalhos de "earth art", Robert Smithson está sendo uma surpresa e tanto para mim. As imagens aqui postadas fazem parte dos seus "photoworks", na maioria da década de 70... que tal??? Estou mais eufórica que o normal!!!! (hehehe)
Também estou postando... eh eh eh
Porém é preciso ter resolução acima de 2500 pixels. Mas achei bem legal.
Tem que se cadastrar. Beijos a todos
http://jpgmag.com/
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Ok, não é só a Lupe que posta...

"I fell in love with the process of taking pictures, with wandering around finding things. To me it feels like a kind of performance. The picture is a document of that performance." - Alec Soth
http://www.magnumphotos.com/Archive/C.aspx?VP=XSpecific_MAG.PhotographerDetail_VPage&l1=0&pid=2K7O3R13ENVZ&nm=Alec%20Soth
http://www.alecsoth.com/
http://alecsoth.com/blog/
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Agradecimento
terça-feira, 27 de maio de 2008
Uma homenagem ao início do blog
segunda-feira, 26 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
3 de David Hockney


terça-feira, 6 de maio de 2008
Canção de amor - Rainer Maria Rilke
para que não toque a tua? Como erguê-la
por sobre ti, para outras coisas?
Eu bem que gostaria de escondê-la
junto a alguma coisa estranha e calma,
perdida no escuro, que não vibrasse
quando as tuas entranhas vibram.
Mas tudo que nos toca, a ti e a mim,
nos toma juntos numa arcada. Assim
como, de duas cordas, apenas um som é obtido.
Que instrumento nos mantém tendidos?
E que violonista nos tem em sua mão?
Oh, doce canção.
domingo, 4 de maio de 2008
Anuschka Lemos, Felipe Prando e Milla Jung abrem exposição na Venezuela
Foto Anuschka Lemos
Foto Milla Jung
Foto Felipe Prando
Convocatoria a rueda de prensa
El Ministerio del Poder Popular para la Cultura a través de la Fundación Centro de Estudios Latinoamericanos Rómulo Gallegos
Tiene el gusto de invitarle una rueda de prensa con los fotógrafos brasileños Milla Jung, Felipe Prando y Anuschka Reichmann Lemos en el marco de la inauguración de la exposición Escapatorias
Esta muestra cuenta con el patrocinio del Instituto Cultural Brasil Venezuela y la línea aérea Tam
Fecha: Martes 6 de mayo de 2008
Hora: 10:30 am
Lugar: Sala RG, Planta baja Casa de Rómulo GallegosAvenida Luis Roche Altamira
Información: 286 78 59prensa@celarg.org.ve
Coordinación de Comunicaciones
Fundación Celarg correo e:
prensa@celarg.gob.ve
atencionalciudadano@celarg.gob.ve
http://www.celarg.gob.ve/
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Quem não viu... tá perdendo.
Não sei se todos viram, mas adoraria que vcs dessem uma
olhada. Beijos
http://olharcomalma.blogspot.com/
domingo, 27 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
De la Iturbide
" 'Naturata' es un ensayo un poco diferente a los anteriores. Como surgio?"
"Todo surgió porque Toledo, que vive en Oaxaca me dijo 'hay unas plantas interesantes, por que no vienes a fotografiarlas?. Cuando vi las plantas con sus muletas, con sus velos, empecé a verlas como esculturas. El escritor que escribió sobre mis plantas dice que son ortopédicas, pobrecitas.
Hice muchos proyectos con Toledo, tenemos mucha afinidad. Por ejemplo hice un trabajo sobre la matanza de cabras, en la Mixteca, porque él me avisó y editó el librito.
Y este libro de Naturata lo hizo mi galeira Ramón López Quiroga con Alexis Fabry, un francés, pero surgió de repente. Yo iba a Oaxaca cuando recién traina las plantas endémicas de esa región."
quinta-feira, 24 de abril de 2008
(Feuerbach - Prefácio da segunda edição de A essência do cristianismo)
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Lucian Freud, Francis Bacon e Henry Moore no MON
Henry Moore
Lucian Freud
Francis BaconA exposição traz ao Museu Oscar Niemeyer as obras gráficas de Lucian Freud (1922), Francis Bacon (1909-1992), e Henry Moore (1898-1986), o tema que interliga os três artistas na é o corpo.
A mostra reúne 47 trabalhos, criados entre 1970 e 1990, que integram a coleção de gravuras do Museu de Arte Contemporânea de Caracas.
sábado, 19 de abril de 2008
desculpem pessoal! segue mais uma, agora do Drummond...

Deus me deu um amor no tempo de madureza,
quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme.
Deus-ou foi talvez o Diabo-deu-me este amor maduro,
e a um e outro agradeço,
pois que tenho um amor.
Pois que tenho um amor, volto aos mitos pretéritos
e outros acrescento aos que amor já criou.
Eis que eu mesmo me torno o mito mais radioso
e talhado em penumbra sou e não sou, mas sou.
Mas sou cada vez mais, eu que não me sabia
e cansado de mim julgava que era o mundo
um vácuo atormentado, um sistema de erros.
Amanhecem de novo as antigas manhãs
que não vivi jamais, pois jamais me sorriram.
Mas me sorriam sempre atrás de tua sombra
imensa e contraída como letra no muro
e só hoje presente.
Deus me deu um amor porque o mereci.
De tantos que já tive ou tiveram em mim,
o sumo se espremeu para fazer vinho
ou foi sangue, talvez, que se armou em coágulo.
E o tempo que levou uma rosa indecisa
a tirar sua cor dessas chamas extintas
era o tempo mais justo. Era tempo de terra.
Onde não há jardim, as flores nascem de um
secreto investimento em formas improváveis.
Hoje tenho um amor e me faço espaçoso
para arrecadar as alfaias de muitos
amantes desgovernados, no mundo, ou triunfantes,
e ao vê-los amorosos e transidos em torno,
o sagrado terror converto em jubilação.
Seu grão de angústia amor já me oferece
na mão esquerda. Enquanto a outra acaricia
os cabelos e a voz e o passo e a arquitetura
e o mistério que além faz os seres preciosos
à visão extasiada.
Mas, porque me tocou um amor crepuscular,
há que amar diferente. De uma grave paciência
ladrilhar minhas mãos. E talvez a ironia
tenha dilacerado a melhor doação.
Há que amar e calar.
Para fora do tempo arrasto meus despojos
e estou vivo na luz que baixa e me confunde.
Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Sagrado
(Catherine Clément e Julia Kristeva)
livro O Sagrado e o feminino
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Conto: AMOR
"Eu me abismo, eu sucumbo..."
"ABISMAR-SE. Onda de aniquilamento que sobrevém ao sujeito amoroso por desespero ou plenitude.
Seja mágoa, seja felicidade, toma-me às vezes o desejo de me abismar. A manhã (no campo) está cinzenta e fresca. Sofro (de não sei que incidente). Uma idéia de suicídio se apresenta, pura de todo ressentimento (nenhuma chantagem contra ninguém); é uma idéia insípida; não rompe nada (com o silencio, com o abandono) desta manhã.
Um outro dia, debaixo de chuva, esperamos o barco na beira de um lago; de felicidade, desta vez, a mesma onda de aniquilamento me vem. Assim, às vezes, a desgraça ou a alegria assaltam-me, sem que sobrevenha nenhum tumulto: nenhum pathos mais: estou dissolvido, não despedaçado; caio, esvaio-me, derreto. Esse pensamento levemente tocado, pode voltar. Nada tem de solene. Isso é muito exatamente a suavidade.
A onda de abismo pode vir de uma mágoa, mas também de uma fusão: morremos juntos de nos amar: morte aberta, por diluição no éter, morte enclausurada da tumba comum.
O abismo é um momento de hipnose. Uma sugestão age, que me ordena desmaiar sem me matar. Daí, talvez, a suavidade do abismo: não tenho nenhuma responsabilidade nisso, o ato (de morrer não cabe a mim: confio-me, transfiro-me (a quem a Deus, à Natureza, a tudo, menos ao outro).
Quando assim me acontece de abismar-me, porque já não há lugar para mim em parte alguma, nem mesmo na morte. A imagem do outro – à qual eu me colava, da qual vivia – já não existe; ora é uma catástrofe (fútil) que parece afastá-la para sempre, ora é uma felicidade excessiva que me faz alcançá-la; de qualquer modo, separado ou dissolvido, não sou recolhido em parte alguma; na frente, nem eu, nem você, nem morte, mais nada a quem falar.
(Estranhamente, é no ato extremo do Imaginário amoroso – aniquilar-se por ter sido expulso da imagem ou nela ter-se confundido – que se consuma uma queda deste Imaginário: no tempo breve de um vacilar, perco minha estrutura de amante: é um luto factício, sem trabalho: algo como uma impronúncia.)
...
O abismo não passaria de uma aniquilamento oportuno? Não me seria difícil nele ler não um repouso, mas uma emoção. Mascaro meu luto sob uma fuga; diluo-me, desvaneço-me para escapar a esta compacidade, a esta saturação que faz de um sujeito responsável: saio: é o êxtase."
Roland Barthes
domingo, 6 de abril de 2008
"Quero entender"
O que eu acho do amor? - Em suma, não acho nada. Bem gostaria de saber o que é, mas, estando em seu interior, vejo-o em existência, não em essência. Aquilo que quero conhecer (o amor) é a matéria mesma que uso para falar (o discurso amoroso). A reflexão me é decerto permitida, mas, como essa reflexão é imediatamente apanhada na roda-viva das imagens, nunca redunda em reflexividade: excluído da lógica (que supõe linguagens exteriores umas às outras), não posso pretender bem pensar. Assim, mesmo que eu discorresse sobre o amor alo longo de todo um ano poderia apenas esperar apanhar-lhe o conceito "pelo rabo": por flashes, fórmulas, surpresas de expressão, dispersos através do grande fluxo do Imaginário, estou no lugar errado do amor, que é seu lugar deslumbrante: "O lugar mais escuro, diz um provérbio chinês, é sempre debaixo da lâmpada."
Roland Barthes
Auto-retrato – Corpo – Fotografia
posso (re)descobrir minha sensibilidade subjetiva e esta (re)descoberta é solitária.
Sentir-me só no processo de criação é palpar o meu íntimo, eu sou sincera comigo mesma, não quero um outro dizendo quem sou, quero um outro explorando possibilidades de ser, nada definido, é um auto-retrato de quem faz ou de quem vê?
Depois da obra pronta, a angústia e a necessidade latente voltarão, a imagem será uma imagem e no meu corpo repercutirá a vontade de me lançar de novo ao abismo.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Eu te amo - Chico Buarque (Para inspirar a Lídia)
Chico Buarque
Composição: Tom Jobim / Chico Buarque
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
domingo, 30 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Para Anuschka e amigos!



Confesso que a primeira pessoa que me veio à cabeça foi a Anuschka, pois o trabalho de
Christine Spengler eu não conhecia. Suas fotos me fizeram lembrar o seu projeto Anuschka,
porque não pode haver situação mais inadequada e estranha ( estrangeira ) que crianças
em locais de guerra. Seu trabalho me causou muito impacto, por causa dos milhões
de pensamentos, idéias, conceitos que são capazes de transmitir.
E quanto bom humor e até uma certa irreverência dela em suas imagens.
Ela seguramente é uma criança na alma!
Um trabalho forte e que inspira. Vale para todos!
Aqui está o link do seu site: http://www.lensculture.com/spengler.html
Um abraço
terça-feira, 25 de março de 2008
Entre os olhos, o deserto
Quero dividir com o grupo este momento pós livro do Miguel Rio Branco. Estou arrepiada!Lídia, tem imagens de seres marinhos e outros temas que lembraram muito suas imagens!!!
Acho que há inspiração para todos nós, começando pelo espelho da capa, detalhes de espaços, corpos e muitas sensações. É um livro denso e com muitíssimas leituras possíveis, por conta das dobras e com imagens, que sozinhas, já rendem horas de leitura e conversa.
Aproveito para dividir também esta imagem de Miguel Rio Branco, que não está do livro,
domingo, 23 de março de 2008
Bloguear
Até amanhã,
Guadalupe
quinta-feira, 20 de março de 2008
Antes de Amar-te...

terça-feira, 18 de março de 2008
Serafina

Iturbide


bx.jpg)

bx.jpg)
_bx.jpg)
bx.jpg)














